Um mundo de plástico em evolução

Alfredo Schmitt – Presidente do Congresso Brasileiro do Plástico

Estamos tão habituados ao plástico que nem paramos para pensar como um material artificial e historicamente novo tomou conta do mundo, substituindo matérias-primas de séculos. A razão disso é simples: qualidade, custo acessível e uso praticamente universal. Afinal, o que não pode ser feito em plástico atualmente? Mas é mais do que isso, o plástico colabora para o desenvolvimento humano em várias áreas.

Na educação, está na formação de salas de aula, classes, eletrônicos. Na saúde, da seringa às roupas dos profissionais; no trânsito, fazendo carros mais leves, que gastam menos combustível e provocam menos danos em caso de acidentes; na alimentação, desde a agricultura, passando pela separação de porções nos supermercados e também na distribuição para regiões mais carentes ou que passam por catástrofes naturais. O plástico aumenta o tempo de vida de prateleira dos alimentos, importante para a redução do desperdício. Do mesmo modo na distribuição de água: com o uso dele, ela chega a mais pessoas e com menos perdas.

São muitas mais as aplicações. Pergunte-me sobre um setor e posso listar uma infinidade. Mesmo porque muitas vezes seu papel é invisível, tanto por uso interno quanto por aparência. Devido ao desenvolvimento do produto, algo que parece outro material é plástico. Ainda, a indústria plástica está entre as que mais empregam no Brasil. Devido ao seu tamanho, oferece oportunidades para profissionais de todos os níveis de formação e em escala global. O plástico é um universo à parte e sempre podemos descobrir novos mercados. É por isso que realizaremos em 5 e 6 de outubro a 2ª edição do Congresso Brasileiro do Plástico em Porto Alegre com a presença de palestrantes nacionais e internacionais, academia e dirigentes industriais. O plástico está em tudo e estará ainda mais.